domingo, 31 de janeiro de 2016

Veja como Macri entregou o controle do Estado argentino para as grandes corporações capitalistas! - Marcos Doniseti!

Veja como Macri entregou o controle do Estado argentino para as grandes corporações capitalistas! - Marcos Doniseti!

Macri, o Grupo Clarín e os Grandes Capitalistas: Tudo a Ver! 
Macri já assinou vários decretos que beneficiaram o Grupo Clarín e vários executivos da empresas foram nomeados para ocupar cargos em seu governo.
Vejam só como funcionam as coisas em governos neoliberais, como esse, do Mauricio Macri:

1) Macri venceu a eleição presidencial da Argentina com apoio total do Grupo Clarín e do Grande Capital internacional;

2) Agora, no governo, ele decidiu acabar com todos os subsídios, que reduziam o valor das tarifas de energia elétrica para a população do país;

3) Como resultado do fim dos subsídios, as tarifas de energia terão aumentos brutais, de até 600%;

4) Daí eu pesquiso na internet e descubro que as duas maiores empresas de distribuição de energia na Argentina são a Edenor e a Edesur, que são duas empresas privadas;

5) Agora, vejam isso: 

5.1) A Edesur pertence a ENEL, que é a maior empresa de energia da Itália e a 3a. maior da Europa. A Edesur atua nas áreas de geração, distribuição e transmissão de Energia; A ENEL atua em vários outros países da América Latina (Brasil, Chile, El Salvador, Colômbia, Peru, entre outros); 
Executivos de inúmeras corporações capitalistas, argentinas e internacionais, assumiram cargos importantes no governo de Macri, incluindo o Citibank e o HSBC. 
5.2) E a Edenor pertence a um grupo chamado Pampa Energia que, a partir de 01/02/2016, passará ao controle do... Grupo Clarín;

6) Macri assinou dois decretos que permitiram ao Grupo Clarín comprar 100% da empresa Nextel na Argentina;

7) Os cargos mais importantes do governo Macri foram ocupados por executivos originários de grandes grupos capitalistas, argentinos e internacionais, incluindo: Coca-Cola, Grupo Clarín, Shell, HSBC, JP Morgan, Citibank, Banco Galicia, Deutsche Bank, Telefónica, GM, Telecom, Techint e LAN;

8) Segundo o jornal 'Páginas/12', o aumento brutal das tarifas de energia irá diminuir o poder de compra dos mais pobres em até 13% e as tarifas de energia poderão subir até 750% para os setores industrial e comercial;

9) O ajuste econômico promovido pelo governo Macri irá gerar um brutal aumento da inflação, recessão e aumento do desemprego. Mas os lucros das grandes corporações capitalistas estão mais do que assegurados. 

Assim, os grandes capitalistas argentinos e estrangeiros que financiaram e apoiaram a campanha presidencial de Macri assumiram, literalmente, o controle do Estado argentino.

E é claro que o novo governo tomará todas as medidas necessárias para promover um aumento brutal dos lucros das grandes corporações privadas, como já está fazendo, por exemplo, ao eliminar os subsídios das tarifas de energia e aumentá-las de forma brutal.  

Macri colocou todo o Estado argentino sob o controle do Grande Capital privado argentino e internacional.

Agora deve estar bastante claro porque tais empresas apoiaram tanto a sua candidatura à Presidente da República, não é mesmo? 

Macri foi o instrumento usado pelas grandes corporações capitalistas para que elas pudessem passar a controlar o Estado argentino.

Simples assim. 

Links:

Ajuste econômico de Macri irá provocar forte aumento da inflação, recessão e crescimento do desemprego:

http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-291495-2016-01-31.html

Grupo Clarín compra Nextel:

http://www.laarena.com.ar/el_pais-el_grupo_clarin_ya_es_dueno_de_nextel-154681-113.html

ENEL, empresa italiana, é a proprietária da Edesur:

https://es.wikipedia.org/wiki/Empresa_Distribuidora_Sur_Sociedad_An%C3%B3nima

A ENEL e a Edesur:


http://www.edesur.com.ar/masedesur/conoceenel.aspx

Macri assinou decretos que beneficiaram o Grupo Clarín, para que este pudesse comprar a Nextel na Argentina: 

http://www.pagina12.com.ar/diario/economia/2-291383-2016-01-29.html


Executivos de grandes grupos privados assumiram os cargos mais importantes do governo Macri:

sábado, 30 de janeiro de 2016

Para atacar Lula, os seus inimigos precisam mentir, enganar, distorcer os fatos, manipular... - Marcos Doniseti!

Para atacar Lula, os seus inimigos precisam mentir, enganar, distorcer os fatos, manipular... - Marcos Doniseti!
Olha a 'Veja' reconhecendo que mentiu na cara-dura sobre uma inexistente festa de homenagem a um sobrinho do Presidente Lula. Mas as mentiras de Veja e da Grande Mídia contra o Presidente Lula continuam até hoje. 

Para atacar Lula, os seus inimigos inventam 'trocentas' mentiras, falsificam reportagens, distorcem os fatos (sugerindo a prática de algum crime onde não há absolutamente nada), enfim, manipulam o noticiário na cara-dura para tentar destruí-lo. 
A Grande Mídia mentiu até sobre parentes de Lula. 
Lembram-se da história de aniversário do sobrinho de Lula, que a 'Veja' inventou? 
E quando a mesma 'Veja' também disse que Lula tinha contas no exterior. Ela nunca conseguiu apresentar uma única prova sequer dessa acusação fajuta, mentirosa e desonesta. Se o Presidente Lula tivesse, mesmo, tal conta, as provas da sua existência já teriam aparecido há 'séculos'...
Tentaram, até, dizer que o fato do Presidente Lula defender os interesses de empresas brasileiras no exterior era prática de crime, sendo que isso é feito por todos os governantes do mundo que possuem um mínimo de vergonha na cara. 
Governantes como Barack Obama, Nicolas Sarkozy, David Cameron, Vladimir Putin, entre muitos outros, já fizeram e continua fazendo a mesma coisa e nunca, ninguém, os acusou de cometer algum crime em função disso. 
Fazer tudo isso é o mesmo que dar um atestado de honestidade para o Presidente Lula. 
Se Lula fosse, mesmo, desonesto (o que não é e nunca foi), bastaria publicar a verdade, oras! Não seria necessário inventar coisa alguma. 
É mais do que evidente que se os inimigos de Lula tivessem um único fiapo de prova do envolvimento dele em qualquer crime ou ilegalidade, vocês acham que isso já não teria sido divulgado há muitos anos pela Grande Mídia reacionária, mentirosa, manipulada, entreguista e vende-pátrias, representadas pela Veja, Folha, Globo, Estadão, Época, IstoÉ, RBS e cia. limitada?
Claro que sim. 
Mas como isso não ocorre, como não há um fio de cabelo que comprove qualquer crime ou prática ilegal por parte do Presidente Lula, os seus inimigos mentem, inventam, manipulam, distorcem, enganam...
Os inimigos do Presidente Lula usam da mesma política de Joseph Goebbles, repetindo as mentiras milhares de vezes para que elas se transformem em uma verdade, para que os trouxas de plantão acreditem nas mesmas. 
Com relação a muito políticos brasileiros, basta publicar a verdade para mostrar que eles são desonestos. Já com relação ao Presidente Lula, isso não acontece. 
Daí, torna-se necessário mentir, caluniar, difamar, manipular, distorcer, manipular o noticiário contra aquele foi o melhor Presidente da história do Brasil. E seus inimigos fazem isso na tentativa de jogar a população contra Lula, pois eles morrem de medo que ele se eleja Presidente da República em 2018.
Alguém tem alguma dúvida quanto a isso? Eu que não.

Essa sucessão de ataques fajutos contra o Presidente Lula acabarão tendo efeito contrário ao pretendido e terminarão dando um atestado de honestidade ao mesmo.

Daí ele nem precisará fazer campanha para ganhar a eleição presidencial em 2018.


Simples assim.

Link:
Veja reconhece que mentiu sobre festa de sobrinho de Lula:

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Espanha: Podemos apresenta proposta de formar governo de coalizão com PSOE e IU! - Marcos Doniseti!

Espanha: Podemos apresenta proposta de formar governo de coalizão com PSOE e IU! - Marcos Doniseti!
Marisa Matias (à esquerda) e Catarina Martins (à direita), líderes do Bloco de Esquerda, partido político progressista de Portugal, junto com Pablo Iglesias (ao centro), do Podemos espanhol. 

O Podemos, partido político progressista espanhol liderado por Pablo Iglesias, apresentou ao PSOE a proposta de formar um governo que enterre as políticas neoliberais e de arrocho implantadas pelo governo de Mariano Rajoy (PP, direita neoliberal).

O Podemos defende hoje, na Espanha, um plano de governo social-democrata, de centro-esquerda, tipicamente keynesiano, que o PSOE assinaria embaixo há algumas décadas. O Podemos quer adotar políticas que gerem empregos qualificados, protejam os direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, interrompa as privatizações e recupere o valor dos salários e dos benefícios previdenciários. 

Há algumas décadas o PSOE assinaria embaixo de medidas como essas, mas depois que as políticas neoliberais se tornaram dominantes no mundo, a partir dos governos Reagan-Thatcher, e que a Espanha entrou para a UE (em 1986) e para a Zona do Euro (1999), o PSOE ficou muito mais conservador do que era.

Aliás, este foi um fenômeno que atingiu outros partidos socialistas e trabalhistas europeus, que originalmente eram de esquerda e de centro-esquerda. 

Os partidos socialistas da França (com Mitterrand), Grécia (Pasok, de Papandreou), Itália (PSI, de Bettino Craxi), Trabalhista britânico (de Tony Blair), também passaram pelo mesmo processo, adotando as políticas da chamada 'Terceira Via', que fazia inúmeras concessões ao Neoliberalismo. 

No caso do PSOE, quem comandou esse processo, que levou o partido a ficar muito mais conservador, foi o ex-primeiro-ministro Felipe González. 
Pedro Sanchez, líder do PSOE, e Pablo Iglesias, líder do Podemos, decidiram dialogar para tentar formar um governo de coalizão que adote políticas progressistas para a Espanha. Alberto Garzón, líder da Izquierda Unida, também apoia a iniciativa. 

Inclusive, foi no governo de José Luíz R. Zapatero (PSOE), em 2009-2011, que se tomaram as primeiras medidas neoliberais e de arrocho, que aumentaram fortemente o desemprego, as desigualdades sociais, a pobreza e o desemprego na Espanha. 

Com isso, grande parte do eleitorado que votava no PSOE antigamente migrou para o Podemos, principalmente os jovens dos grandes centros urbanos, de onde vêem grande parte dos seus líderes, militantes e eleitores. Pablo Iglesias e Íñigo Errejón, que são professores universitários. 

A juventude dos principais centros urbanos espanhóis é o segmento que mais foi atingido pelas políticas de arrocho neoliberal. A taxa de desemprego entre os jovens espanhóis é de 47,5%. e migrou maciçamente para o Podemos. 

O Podemos, liderado por Pablo Iglesias, está, de fato, oferecendo ao PSOE a chance de um renascimento, que lhe permitirá retornar à uma postura política mais próxima de suas origens progressistas. 

O líder do PSOE, Pedro Sanchez, demonstra vontade de dialogar e formar um governo progressista para a Espanha, mas enfrenta resistência de segmentos mais conservadores dentro do partido. 

A Europa está assistindo, nos últimos anos, a um processo de renovação das forças progressistas, com a criação de novas forças políticas. Estes são os casos do Bloco de Esquerda (Portugal) e do Podemos (Espanha), que estão revitalizando a Esquerda europeia, por meio da recuperação dos valores de justiça social pelo qual esta tanto lutou durante a sua história mais do que centenária. 
Taxa de desemprego na Espanha está em 21,2%, mas entre os jovens ela chega a espantosos 47,5%. 
Mas uma característica importante deve ser ressaltada em relação a estas novas forças políticas da Esquerda europeia, que é o fato de que elas não são radicais ou extremistas (como a Grande Mídia tenta passar, de forma desonesta e mentirosa) e aceitam dialogar com as tradicionais forças de Esquerda e de Centro-Esquerda do Velho Mundo, como são os casos do tradicionais Partidos Trabalhistas e Socialistas europeus.

Assim, por exemplo, após a realização da eleição para o Parlamento português (em Outubro de 2015) o Bloco de Esquerda foi o maior defensor de um diálogo que unisse todas as forças progressistas de Portugal (o próprio BE, os Comunistas, Socialistas e os Verdes) a fim de derrubar o governo da direita neoliberal que, entre 2011 e 2015, tinha adotado medidas de arrocho que prejudicaram imensamente os trabalhadores, os jovens e os pensionistas do país. 

Com isso, foi possível elaborar um plano de governo que uniu todas as forças progressistas lusas e que se comprometeram com a defesa da justiça social, com a recuperação do valor dos salários e das pensões, enfim, com a adoção de políticas de perfil nitidamente progressistas. E desta maneira, Portugal passou a ter um governo (liderado por Antônio Costa, do Partido Socialista) comprometido com a defesa e a manutenção dos direitos dos trabalhadores, dos jovens, dos aposentados, enfim, da imensa maioria da população. 

Agora, na Espanha, acontece o mesmo, com o 'Podemos' apresentando uma proposta de diálogo franco, aberto e democrático entre as principais forças da Esquerda e da Centro-Esquerda espanhola (Podemos, PSOE e Izquierda Unida), visando a formação de um governo que, tal como já aconteceu em Portugal, coloque em prática um conjunto de políticas progressistas. 

Na Grécia, também tivemos a formação do Syriza, liderado por Alexsis Tsipras, que também representa uma força política renovadora e progressista, mas que ficou totalmente isolado nas negociações com a Troika (nenhum governo, de qualquer outro país, o apoiou) e acabou sendo obrigado a adotar uma política à qual ele e a maioria do povo grego rejeitavam. 
Pablo Iglesias, Jean-Luc Mélenchon e Marisa Matias: Líderes da nova Esquerda europeia que está mudando o cenário político do Velho Mundo. 
Mas no caso de países como Portugal e, principalmente, Espanha será muito mais difícil para a Troika impor as suas políticas neoliberais e de arrocho. Isolar a Grécia, um pequeno país, é uma coisa. Isolar a Espanha, que é uma das maiores economias da União Europeia, é outra coisa, totalmente diferente. 

Portanto, a eventual formação de um governo progressista, anti-neoliberal e anti-arrocho, na Espanha representará um inegável fortalecimento das forças de Esquerda e de Centro-Esquerda na Europa e poderá influenciar os acontecimentos em outros países importantes do Velho Mundo (Itália, França, Alemanha, por exemplo). 

O PSOL, no Brasil, poderia ter se transformado num 'Podemos' ou em um 'Bloco de Esquerda' brasileiro, mas com a exceção de Jean Wyllys, os seus líderes preferem destilar um ódio estúpido, idiota e irracional ao PT, ao qual desejam destruir, em vez de dar prioridade em combater a direita neoliberal troglodita, entreguista, vende-pátrias e reacionária do PSDB-DEM-PPS e da Grande Mídia.

O Bloco de Esquerdam fez uma aliança com os Socialistas, os Comunistas e os Verdes e formou um governo progressista em Portugal. E agora o Podemos segue uma linha política semelhante e defende a formação de um governo de coalizão que reúna as forças progressistas da Espanha, incluindo o PSOE e a Izquierda Unida. 

Espero que forças políticas como o 'Podemos' e o 'Bloco de Esquerda' sirvam de inspiração para que tradicionais forças políticas europeias que, antigamente, eram mais progressistas, retornem à posturas e adotem programas de governo mais próximos de suas origens. E que elas também levem outras forças políticas, de outros países, e que se definem como sendo de Esquerda, a adotar posturas mais abertas ao diálogo, deixando de se comportar como se apenas eles fossem os bons, puros e honestos. 
Jeremy Corbyn (Partido Trabalhista britânico), Pablo Iglesias (Podemos) e Alexsis Tsipras (Syriza) são alguns dos principais líderes que estão renovando a Esquerda Progressista europeia e obrigando as forças políticas tradicionais a se renovarem. 
Será que as Esquerdas tradicionais, do Velho e do Novo Mundo, irão aprender as lições que o Podemos espanhol e o Bloco de Esquerda português estão ensinando?

Vamos torcer para que a resposta seja positiva. 

Links:

Podemos pode levar a Espanha a ter um governo progressista:

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2016/01/22/movimento-podemos-pode-levar-espanha-ter-um-governo-mais-esquerda/

Podemos defende um governo para enterrrar políticas neoliberais:

http://www.esquerda.net/artigo/podemos-propoe-formar-governo-da-mudanca-com-psoe-e-iu/40862

A Espanha e a Zona do Euro:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_Euro

Mariano Rajoy abre mão de tentar formar um governo por não ter maioria absoluta no Parlamento:

https://www.publico.pt/mundo/noticia/espanha-rajoy-recusa-formar-governo-depois-de-ser-convidado-pelo-rei-1721136

Resultados da eleição para o Parlamento de Portugal em 2015:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%B5es_legislativas_portuguesas_de_2
015
Grécia: Dívida Pública do país disparou após a crise de 2008, pois o Estado grego se preocupou em salvar os bancos privados falidos do país. 

Pedro Sanchez diz que eleitores do Podemos e do PSOE não compreenderiam se os dois partidos não se entendessem:

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/espanha_podemos_quer_vice_presidencia_psoe_propoe_oito_pactos_e_diz_que_este_e_o_dia_de_rajoy.html

Espanha: PSOE, Podemos e IU poderão formar governo progressista! - Marcos Doniseti!

Espanha: PSOE, Podemos e IU poderão formar governo 
progressista! - Marcos Doniseti!
Pablo Iglesias, Pedro Sanchez e Alberto Garzón poderão liderar a formação de um governo progressista para a Espanha, que venha a enterrar as políticas neoliberais e de arrocho impostas pelo governo de direita neoliberal de Mariano Rajoy (PP). 
O líder do Podemos, Pablo Iglesias, defendeu a formação de um governo de coalizão, de perfil progressistas, com o PSOE e a Izquierda Unida. Iglesias propôs a realização de diálogos públicos e transparentes entre os líderes e representantes das três grandes forças políticas progressistas da Espanha, que são lideradas por Pedro Sanchez (PSOE), Pablo Iglesias (Podemos) e Alberto Garzón (IU). Os principais objetivos dessa proposta são a de derrubar o governo direitista e neoliberal liderado por Mariano Rajoy (PP) e formar um governo progressista, que venha a adotar políticas públicas que enterrem as políticas neoliberais e de arrocho, que tanto castigaram os trabalhadores e a classe média da Espanha e da Europa nos últimos anos. Como reconheceu o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, em 2010, "o capitalismo financeiro nos levou ao desastre. A crise teve efeitos devastadores no mercado de trabalho". Só para se ter uma ideia da atual situação econômica e social da Espanha, a taxa de desemprego é de 21,2% (somente a Grécia possui uma taxa maior na UE, de 25,6%), sendo que entre os jovens (15 a 24 anos) ela chega a 47,5%. É uma geração inteira de jovens espanhóis que tem o seu futuro bastante comprometido devido às irresponsáveis políticas de arrocho adotadas pelo governo de Mariano Rajoy, mas cuja implementação começou no governo anterior, de José Luís Rodrigues Zapatero (PSOE), que governou a Espanha entre . Atualmente, no entanto, o novo e jovem líder do PSOE, Pedro Sanchez, diz que tais medidas, adotadas por Zapatero, foram um erro e defende, agora, o fim das políticas de arrocho (redução de salários, eliminação de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários) que tantos prejuízos já causaram ao povo espanhol (principalmente aos jovens), que empobreceu bastante desde o estouro da crise global de 2008. Assim, tal como já acontece em Portugal, a Espanha poderá vir a ter um governo progressista em breve. Nas recentes eleições espanholas, o partido governista (PP) obteve apenas 28% dos votos e elegeu apenas 123 deputados (contra 186 na eleição de 2011). O PP liderado por Mariano Rajoy foi o partido mais votado, mas ficou muito longe da maioria absoluta (de 176 deputados) e não conseguiu formar um governo que tenha maioria no Parlamento, mesmo se aliando a outras forças políticas. O Ciudadanos, um novo partido de centro-direita e que defende ideias econômicas neoliberais semelhantes às do PP, teve apenas 13,9% dos votos e elegeu somente 40 deputados. Somados, PP e Ciudadanos tiveram 41,9% dos votos e elegeram menos deputados (um total de 163) do que o necessário para formar um governo majoritário (a maioria absoluta é alcançada com 176 deputados, já que o Parlamento espanhol tem 350 deputados). 
Situação econômica e social da Espanha piorou muito durante o governo neoliberal de Mariano Rajoy.
Por isso, Mariano Rajoy (líder do PP) e Albert Rivera (líder do Ciudadanos) não conseguiram apoio parlamentar suficiente para formar um governo com maioria no Parlamento, pois as demais forças políticas do país recusam-se a apoiar a continuidade do governo de Rajoy e do PP, que é muito impopular. Na eleição para o Parlamento espanhol, realizada em Dezembro de 2015, o PSOE teve 22% dos votos (elegeu 90 deputados), o Podemos chegou a 20,6% (elegeu 69 deputados) e a IU atingiu os 3,6% (elegeu 2 deputados). Outras forças nacionalistas ou de esquerda somaram 6,7% dos votos (elegeram 26 deputados). Somando todas estas forças políticas, dá um total de 52,9% dos votos e de 187 deputados (contra 163 de uma eventual aliança entre PP e Ciudadanos). Logo, caso estas forças políticas consigam se unir, elas terão maioria absoluta no Parlamento espanhol e governarão o país. Caso o novo governo progressista seja, de fato, formado, Iglesias defende a adoção de um conjunto de medidas que venham a beneficiar os segmentos da população espanhola que foram mais prejudicados pela crise e pelas políticas neoliberais e de arrocho. Assim, Iglesias quer o fim das políticas privatizantes, extinguir a política que promove a redução dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. Iglesias também defende a adoção de políticas que estimulem a criação de empregos de qualidade (muitos jovens espanhóis que possuem curso superior completo, até com mestrado e doutorado, estão desempregados) e que não mexa nos direitos sociais dos espanhóis nas áreas da Saúde, Educação e Serviços Sociais. Iglesias também defende a adoção de uma política externa que estimule um projeto europeu que promova a democracia, os direitos sociais, a liberdade, a cooperação, o desenvolvimento e que condene o TTIP (tratado que está sendo negociado por EUA e UE e que é altamente prejudicial aos interesses dos trabalhadores).
Evolução da taxa de desemprego na Espanha mostra um grande crescimento após o estouro da crise de 2008. 
Agora, é aguardar como se dará o andamento do diálogo entre as forças progressistas espanholas e torcer para que elas consigam formar um governo que adote um programa mínimo que implemente políticas que beneficiem aos jovens, aos trabalhadores, aos desempregados, aos aposentados e pensionistas, enfim, ao povo espanhol, e não as elites capitalistas retrógradas parasitárias espanholas e europeias. Fora Rajoy! Fora PP! Basta de neoliberalismo e de arrocho! Links: Pablo Iglesias propõe a formação de um governo progressista com PSOE e IU: http://www.eldiario.es/politica/Pablo-Iglesias-ofrece-Gobierno-Sanchez-IU_0_476302566.html

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A entrevista de Lula aos blogueiros e a 'Era da Estagnação' da economia global! (parte 2) - Marcos Doniseti!

A entrevista de Lula aos blogueiros e a 'Era da Estagnação' da economia global! (parte 2) - Marcos Doniseti!
Nelson Barbosa é um ministro da Fazenda que dá prioridade para a retomada do crescimento econômico.
Nesta semana, o ex-Presidente Lula concedeu uma entrevista a alguns blogueiros progressistas e li as redes sociais algumas pessoas afirmaram que a entrevista de Lula aos blogueiros foi feita de forma camarada, sem maiores questionamentos por parte destes ao ex-Presidente. 

Talvez tais pessoas não saibam que, numa entrevista, quem deve falar é o entrevistado e não o entrevistador... Esses críticos devem gostar muito é de William Bonner, Patrícia Poeta e Miriam Leitão que, quando entrevistam alguém do PT, fazem discursos, estúpidos e imbecis, intermináveis, e falam muito mais do que o entrevistado, ao qual interrompem o tempo inteiro. Agiram assim até mesmo com a Presidenta Dilma, durante a campanha eleitoral de 2014. 

Eles também disseram que Lula procurou, essencialmente, estimular a militância do PT com declarações otimistas a respeito do futuro do partido, que irá renascer das cinzas. 

Bem, o Presidente Lula é a principal liderança do PT e eu não conheço ninguém mais qualificado do que ele para animar a militância petista que, está, sim, precisando disso. 

E se o Presidente Lula não fizer isso, quem o fará? Já sei... Será o FHC...rs. 

Além disso, outro fato que poderá estimular a militância petista neste ano é a recuperação econômica do país, principalmente a partir do segundo semestre do ano.

Neste sentido, a troca de Joaquim Levy por Nelson Barbosa e as medidas favoráveis ao crescimento que serão adotadas (ou já foram, em alguns casos) irão contribuir muito para se promover a retomada do processo de expansão da economia brasileira novamente.

Entre estas medidas, estão a maxidesvalorização do Real (que aumenta a competitividade das exportações e elevam o superávit comercial), o aumento da oferta de crédito pelos bancos públicos, as concessões no setor de infra-estrutura,  a continuidade da política de aumento real para o salário mínimo, a preservação das políticas de inclusão social e de distribuição de renda (exemplo: o reajuste dos benefícios previdenciários para quem ganha mais de 1 salário mínimo) e a manutenção da Selic ajudarão neste processo de retomada do crescimento econômico. 
Usina hidrelétrica de Belo Monte, que junto com as usinas de Jirau e Santo Antônio, irão gerar 32% mais energia do que a Usina de Itaipu.
A taxa Selic não subiu, ficou parada nos 14,25%, o que deixou o mercado financeiro e a Grande Mídia p... da vida. 

E hoje a taxa real de juros (que remunera o capital, sim) está em 3,75% ao ano, contra 12,5% no final de 2002 (juros de 14,25% menos 10,5% de inflação). Portanto, a remuneração do capital diminuiu bastante nos governos Lula e Dilma, até porque a Dívida Pública Líquida desabou de 60,4% do PIB para 34% do PIB. 

Nas últimas semanas tivemos uma significativa pressão política e social, até com manifestações, e declarações contrárias até de economistas tucanos ao aumento dos juros (Mendonça de Barros, que é ligado ao mercado financeiro, foi um dos que condenou essa possível elevação, que não aconteceu, felizmente). 

Se vocês entrarem no site do InfoMoney virão que a reação contra a decisão do Copom, de não aumentar a Selic,  foi violenta. Os especuladores só faltaram declarar guerra ao governo Dilma e pedir o enforcamento da Presidenta em praça pública. 

Mas podem choramingar à vontade, especuladores estúpidos, pois o Brasil não é mais devedor do FMI (agora somos credores) e não obedecemos mais às ordens do mesmo desde 2006, graças ao governo Lula.
Exportações brasileiras tiveram um crescimento considerável durante os governos Lula e Dilma. Com isso, o superávit comercial acumulado entre 2003-2015 soma US$ 327 bilhões. 
Se o FMI ainda ditasse as regras ao Brasil, como insistem em dizer alguns obtusos 'intelectuais' supostamente esquerdistas (que fazem uma análise política e econômica tão pobre e rasteira quanto a de um Kim Kataguiri), mas que não sabem 'lhufas' sobre Economia, não teríamos aumentos reais anuais para o salário mínimo todos os anos (FHC já defendeu o fim dessa política), não existiria PAC, nem Regime de Partilha do pré-sal (que o PSDB tentou extinguir já em 2015), nem Minha Casa Minha Vida e todas as estatais que sobraram do processo de privatizações que começou no governo Collor e que continuou até o governo FHC (BB, CEF, Petrobras, BNDES... lembram-se do Armínio Fraga na campanha eleitoral dizendo 'Não sei bem o que sobraria dos bancos públicos'?) seriam imediatamente privatizadas. Os gastos sociais seriam dizimados, algo que já foi defendido por Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central no governo FHC e que é um dos principais economistas do PSDB. 

É evidente que, nos governos Lula e Dilma, o Brasil não rompeu com o Capitalismo Global (até porque não existe outro modelo alternativo no mundo hoje, infelizmente) mas isso nem o Hugo Chávez (o governo venezuelano sempre pagou a sua dívida externa em dia). Nem o Vladimir Putin e tampouco o governo comunista da China o fizeram. 

Além do mais, os países membros dos BRICS estão, aos poucos, adotando medidas para fugir da hegemonia do capital financeiro dos EUA (Wall Street) e da dependência em relação ao Dólar, algo que deixa Wall Street de cabelo em pé, pois no dia em que o Dólar não for mais a moeda de reserva de valor do planeta (e nem a mais utilizada nas transações comerciais e financeiras internacionais), o Império Ianque irá desmoronar. 
Brasil foi o país que mais reduziu a fome no Mundo entre 2002 e 2014, segundo a ONU. 
Afinal, é a demanda por dólares que dá aos EUA os recursos necessários para fazer guerras, gastar US$ 1,5 trilhão ao ano com armamentos e estimular o  seu desenfreado consumismo interno. 

Mas esse é um processo que irá demorar décadas, como sabem muito bem os governos chineses (sempre pragmáticos e cautelosos) e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, que são excelentes estrategistas e adotam medidas, hoje, mas com base numa visão de longo prazo. 

Aliás, não podemos esquecer que o Brasil faz parte dos BRICS apenas graças a Lula e Dilma... É bom não esquecer disso. Um governo tucano, de Marina Silva ou do PMDB retiraria o Brasil do grupo imediatamente, bem como faria o país virar as costas aos governos progressistas da América Latina. E com o Brasil e a Argentina nas mãos da retrógrada Direita Neoliberal, não seria nenhum absurdo dizer que as Esquerdas Progressistas latino-americanas ficariam em péssima situação, para dizer o mínimo. 

Aliás, não podemos esquecer, também, que o receituário neoliberal não é seguido, na íntegra, por nenhum dos países membros dos BRICS. Em todos eles temos uma significativa atuação do Estado na economia e na área social. 

Inclusive, o Brasil é o mais avançado neste aspecto entre os seus membros, com políticas sociais que são copiadas, adaptadas e imitadas no mundo todo, incluindo a Venezuela de Chávez-Maduro (que adotou uma versão do Minha Casa Minha Vida, chamada 'Grande Misión Viviendas') e a Bolívia de Evo Morales, que implantou uma versão do Bolsa Família. 

Se a política de Lula-Dilma fosse, de fato, neoliberal, como dizem estes intelectuais 'esquerdistas' obtusos, não teríamos tudo o que já citei antes: PAC, Regime de Partilha do pré-sal, aumento real anual para o salário mínimo, programas sociais, estatais com maior participação na economia (BB-CEF-BNDES baixaram os juros e tiraram mercado dos bancos privados), a Petrobras seria privatizada e desnacionalizada. Aliás, Lula fez exatamente o contrário disso... Seu governo aumentou a participação do Estado na empresa de 38% para 48% do controle acionário. 
Grécia: Dívida Pública disparou após o salvamento dos bancos privados falidos e da imposição de políticas neoliberais e de arrocho por parte da Troika (BCE, UE, FMI). 
Governos neoliberais não adotam tais políticas, embora 'intelectuais' obtusos não saibam disso, coitados.

E antes mesmo de estourar a crise global de 2008, o governo Lula-Dilma já tinha iniciado um processo de diminuição do superávit primário. 

E depois da crise de 2008 isso foi acelerado. De fato, a política do superávit primário foi abandonada por Lula e Dilma no pós-crise de 2008, o que foi fortemente denunciado pela Grande Mídia e pelos economistas neoliberais da oposição reacionária e golpista. Aliás, para 2016, a previsão é de que o governo brasileiro terá déficit primário e não superávit. Mas os 'intelectuais' obtusos não ficaram sabendo disso, coitados...

E se tam medida, a de abandonar a política do superávit primário, não tivesse sido adotada, simplesmente não seria possível a criação do  MCMV, do PAC, do aumento real do salário mínimo, de programas sociais e nem seria possível adotar uma política econômica anti-cíclica, tipicamente keynesiana, para se combater os efeitos da crise global de 2008. 

Tal política implicou na desonerações da folha de pagamento, no aumento da oferta de crédito pelos bancos públicos, reduções de impostos (automóveis, linha branca, móveis, construção civil, computadores), aumentos de salários, elevação dos gastos sociais, entre outras. Segundo cálculos, o total dos estímulos adotados pelo governo Lula, de 2008 em diante, chegou a espantosos 14% do PIB, fato este que foi devidamente escondido pela Grande Mídia e pelos próprios economistas. 
As privatizações da era Itamar-Collor-FHC  também foram inteiramente abandonadas por Lula e Dilma depois de 2006, ou seja, a partir do momento em que o Brasil não renovou mais o acordo com o FMI e pagou a dívida com o mesmo (do qual ainda se tornou o credor). 
Taxa de pobreza despencou no Brasil durante os governos Lula e Dilma. 
Na verdade, ocorreu exatamente o contrário. 

No governo de ambos, o Estado brasileiro comprou empresas e passou a investir em mais setores econômicos importantes. A Petrobras investiu em etanol, petroquímica, fertilizantes e energias renováveis, além do pré-sal, é claro. Aliá,s, José Serra atacou tal política, de expansão e fortalecimento da Petrobras, no ano passado, quando apresentou projeto de lei para tirar a empresa do pré-sal e entregar o mesmo às petroleiras estrangeiras. O Banco do Brasil, por sua vez, comprou a Nossa Caixa (que era do governo de SP) e incorporou bancos estaduais que FHC tinha colocado na lista de privatizações. 

E mesmo em plena era de crise global, os direitos trabalhistas foram ampliados, vide a PEC das Domésticas, que beneficia mais de 7 milhões de trabalhadores e, principalmente, de trabalhadoras e cujo perfil econômico e social é de baixa renda. 

Durante os governos Lula e Dilma, as reservas internacionais líquidas cresceram fortemente, passando de US$ 16 bilhões (2002) para US$ 369 bilhões (2016), o PIB do Brasil tornou-se o 7o. maior do mundo (era o 13o. em 2002), tivemos a construção e entrega de 2,5 milhões de casas pelo MCMV, 40 milhões de pessoas saíram da miséria, criaram-se mais de 20 milhões de empregos com carteira assinasda, o país saiu do Mapa da Fome da ONU e se adotou o mais amplo conjunto de políticas de inclusão social e de distribuição de renda da história do país. 

O ensino superior, no qual o Governo Federal atua, foi ampliado, como 18 novas universidades federais (FHC não fez nenhuma) e 422 novas escolas técnicas federais (FHC fez 11). Foi criado o Fundeb, que ampliou consideravelmente a transferência de recursos federais para que governos de estados e municípios possam investir em Educação. Se estes não investem o dinheiro como deveria, é outra história. Mas o dinheiro é enviado.

Portanto, existe uma sólida base a partir da qual o Brasil poderá retomar o crescimento já a parte de 2016. Mas para isso o governo Dilma precisa estimular a economia e mostrar para a população que a situação do país é muito melhor do que essa que a Grande Mídia, de forma desonesta e mentirosa, procura passar para as pessoas. É preciso vencer a batalhas das expectivas, a guerra da informação. Sem isso, tudo ficará muito mais difícil. 

A luta continua!
A Grande Mídia brasileira sempre foi contra as políticas que beneficiam os trabalhadores e os mais pobres. A campanha do jornal 'O Globo' contra o 13o. Salário, durante o governo Jango, é um exemplo disso. 
Links:

Nelson Barbosa traça as estratégias para fazer o Brasil voltar a crescer:

http://jornalggn.com.br/noticia/as-estrategias-de-nelson-barbosa-para-a-economia

Lula: PT irá ressurgir das cinzas:

http://www.revistaforum.com.br/2016/01/20/lula-a-blogueiros-o-pt-vai-ressurgir-das-cinzas-muito-mais-forte/

Contas externas do Brasil em Novembro de 2015: Reservas Internacionais superam dívida externa bruta em US$ 29 bilhões:

http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPEXT

Desvalorização do Real promove substituição de importações:

http://abiquifi.org.br/estudo-ja-ve-substituicao-de-importacoes-em-alguns-setores/

Exportações de veículos cresceram 97,2% em Dezembro de 2015 (sobre o mesmo mês de 2014):

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/01/exportacao-de-veiculos-cresce-25-em-2015-diz-anfavea

Governo Federal prevê déficit primário de 0,5% do PIB em 2016:

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0R022K20150831

Governo Federal quer aumentar oferta de crédito e investimentos na construção civil para retomar crescimento em 2016:

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0UZ1WG
O programa Minha Casa Minha Vida já construiu e entregou 2,5 milhões de moradias para a população de baixa renda. 
Governo Federal teve queda de 5,62% na arrecadação em 2015:

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRKCN0UZ1IF

Brasil teve superávit comercial de US$ 19,7 bilhões em 2015:

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/01/brasil-teve-superavit-comercial-de-us-19-7-bi-em-2015

Taxa Selic é mantida em 14,25% ao ano, contra inflação de 10,7%; Juro real é de 3,55% a.a.:

http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2016/01/taxa-basica-de-juros-e-mantida-em-14-25
Brasil é um dos países que mais atrai investimento estrangeiro produtivo no Mundo. Somente no primeiro mandato do governo Dilma foram cerca de US$ 260 bilhões. 
Salário Mínimo sobe para R$ 880 em 2016 e Salário Mínimo sobe para R$ 880 em 2016 e acumula aumento real de 77% desde 2003, diz Dieese:

http://www.vermelho.org.br/noticia/274597-2

Benefícios previdenciários acima de 1 salário mínimo tem reajuste de 11,28% em 2016:

http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2016/01/aposentados-que-ganham-acima-do-minimo-terao-reajuste-de-1128.html

Piso Salarial Nacional dos Professores tem reajuste em 11,36% em 2016:

http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/01/14/mec-anuncia-reajuste-de-1136-no-piso-salarial-dos-professores.htm

Economia Mundial: 'Era da Estagnação' veio para ficar:


Vídeo: Íntegra da entrevista de Lula com os blogueiros: