sábado, 28 de março de 2015

Governos Lula e Dilma criaram os principais instrumentos de combate à corrupção! - Marcos Doniseti!

Governos Lula e Dilma criaram os principais instrumentos de combate à corrupção! - Marcos Doniseti!
Governo Lula criou a CGU já em 2003, primeiro ano do seu mandato. Combate à corrupção vem desde o início dos governos petistas, portanto. 
Principais iniciativas e leis que permitem o combate à corrupção foram todas criadas nos governos Lula e Dilma. É por isso que as elites querem derrubar Dilma. Afinal, pela primeira vez na história do Brasil os crimes cometidos pelas mesmas estão sendo investigados e combatidos.
A 'Operação Zelotes' (que envolve sonegação de impostos por parte do Bradesco, Santander, Banco Safra, Light, RBS, Camargo Corrêa, e várias outras grandes empresas) é a prova mais recente disso.

Entre as principais iniciativas dos governos Lula e Dilma adotados para combater a corrupção, nós tivemos o seguinte:

1) Criação da CGU (Controladoria-Geral da União) em 2003;


2) Criação do Portal da Transparência (2004);


3) Lei de Acesso à Informação;


4) Criação do pregão eletrônico e do Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis);

5) Lei Anti-Corrupção (número 12.846), que permitiu a punição aos corruptores, que foi enviada ao Congresso Nacional pelo Presidente Lula e que foi aprovada e sancionada pela Presidente Dilma em 2013;

6) Fortalecimento da Polícia Federal, cuja autonomia passou a ser respeitada e que desde 2004, promoveu mais de 2500 operações, prendendo cerca de 25000 pessoas envolvidas em todos os tipos de crimes: corrupção, contrabando, tráfico de drogas, sonegação de impostos, etc;

7) Respeito à autonomia do Ministério Público Federal, com os presidentes Lula e Dilma nomeando o Procurador-Geral mais votado pela categoria para comandar a PGR (Procuradoria-Geral da República), enquanto que o governo FHC escolhia aquele que mais arquivava e engavetava investigações. 

Assim é que se combate a corrupção: com leis e iniciativas concretas que dão ao Estado os instrumentos e o poder necessário para agir num combate incansável à corrupção. 

Links:

Criação de leis e instrumentos de combate à corrupção!

Operação Zelotes:

Operação Zelotes: Lista das empresas envolvidas em irregularidades

Operação Zelotes se aproxima da Globo:

A crise mundial, o ajuste econômico e as conquistas dos governos Lula e Dilma! - Marcos Doniseti!

A crise mundial, o ajuste econômico e as conquistas dos governos Lula e Dilma! - Marcos Doniseti!

Na Europa o impacto da crise econômica que começou em 2007-2008 foi muito maior do que no Brasil. As taxas de desemprego em vários países europeus (Grécia, Espanha) atingiram níveis que não eram vistos desde a Grande Depressão dos anos 1930. 

Após o início da crise global, em 2007 (crise do subprime) e 2008 (falência do Lehman Brothers e do sistema financeiro privado ianque e europeu, e com o desmoronamento dos principais instrumentos da especulação financeira desenfreada) o mundo mergulhou na sua pior crise econômica desde a Grande Depressão dos anos 1930. 


Entre 2008 e 2013, o número de desempregados no mundo aumentou em 61 milhões, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).


Enquanto isso, no mesmo período, no Brasil foram criados 11 milhões de empregos com carteira assinada e a taxa de desemprego fechou 2014 no menor patamar da história: 4,3% em Dezembro e 4,8% na média anual. O Salário Mínimo, por sua vez, acumula um aumento real de 75% desde 2003 e a política de aumentos reais anuais para o mesmo foi prorrogada pela Presidenta Dilma até 2019. 


A Petrobras, por sua vez, bate sucessivos recordes na produção de petróleo na camada do pré-sal, que já atingiu o patamar de 737 mil barris diários em Fevereiro deste ano.

Além disso, o Brasil foi o país que mais reduziu a fome no mundo na última década, em função das políticas sociais implementadas no país, segundo a ONU.

O Brasil também foi o terceiro país que mais cresceu (20%) no mundo entre as principais economias no período de 2008-2013, ficando atrás apenas da China e da Índia. 


O grande problema é que, para conseguir resultados tão importantes e relevantes quanto estes,  o Estado brasileiro gastou tudo o que podia entre 2008-2014, adotando um conjunto de políticas anti-cíclicas keynesianas (aumento de investimentos públicos, redução dos juros e dos impostos, desoneração da folha de pagamento, etc) a fim de sustentar a atividade econômica e continuar criando empregos e aumentando o poder de compra da popuação. E tal política funcionou.

Tanto isso é verdade que o Brasil foi um dos poucos países, entre os mais importantes, cujo PIB cresceu, e no qual os salários subiram acima da inflação e que reduziu o desemprego e a dívida pública neste período. Mesmo com toda essa crise pelo mundo afora, no Brasil, em 2014, tivemos aumentos reais de salários em 91,5% dos acordos salariais assinados, segundo o Dieese. Em 2013, esse índice tinha sido de 86,2%. 


E isso aconteceu no exato instante em que a economia mundial enfrentava a sua pior crise desde a Grande Depressão dos anos 1930. 


Alguns países da Europa atingiram taxas de desemprego inimagináveis até alguns anos atrás: Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal foram os mais afetados, mas mesmo um país como a França (segunda maior economia europeia) enfrenta, atualmente, uma taxa de desemprego de 10%. 



Taxa de Desemprego pelo Mundo afora em Dezembro de 2014:

1) Grécia: 25%;
2) Espanha: 23,7%;
3) Portugal: 13,4%;
4) Itália: 12,9%;
5) Zona do Euro: 11,4%;
6) França: 10%;
7) União Europeia: 9,9%;
8) Turquia: 9%;
9) Canadá: 7%;
10) EUA: 6%;
11) Reino Unido: 6%;
12) Rússia: 5%;
13) China: 5%;
14) Brasil: 4,3%.


A economia chinesa passou por um significativo processo de desaceleração a partir de 2008 e caminha para crescer menos de 7% em 2015. 

Porém, mesmo depois de tanto tempo, a economia mundial ainda está longe de superar a crise: UE, Japão, Rússia, Argentina e Venezuela estão em recessão. China e Índia crescem muito menos do que antes. Os EUA crescem, mas pouco, e têm uma base de comparação reduzida, pois nos anos anteriores a economia sofreu uma significativa recessão, que levou o desemprego para 10% e que ainda se encontra em  um patamar superior ao existente antes da crise começar. 

Os preços dos principais produtos de exportação brasileiros desabaram no mercado internacional: a cotação do minério de ferro caiu 65% entre 2010-2015.

Todos os países mais importantes desvalorizaram fortemente as suas moedas nos últimos anos e o Real não acompanhou esse processo, tornando-se excessivamente valorizado em relação às demais moedas, o que encareceu os produtos brasileiros em relação aos dos demais países, prejudicando as exportações brasileiras.

Além disso, a partir de 2008 os principais mercados de exportação do Brasil entraram em recessão (EUA, UE, Japão), enquanto que outros desaceleraram fortemente o seu ritmo de crescimento (China, Índia, América Latina). E isso acontecia ao mesmo tempo em que a economia brasileira continuava crescendo.


Com isso, tivemos o primeiro déficit comercial da Era Lula-Dilma em 2014, depois de 12 anos consecutivos em que o superávit comercial acumulado superou os US$ 311 bilhões, algo inédito na história brasileira.

Como resultado deste péssimo cenário mundial e da necessidade de se adotar políticas anti-cíclicas keynesianas é que o déficit público nominal chegou a 6,6% do PIB em 2014 e o déficit externo atingiu os 4,2% do PIB.

No médio prazo, isso é insustentável. Qualquer economista ou pessoa que entenda do assunto sabe disso. O governo FHC naufragou porque não fez tais ajustes, preferindo empurrar os problemas com a barriga, em vez de resolvê-los de uma vez por todas. Dilma não está cometendo esse erro, felizmente, e está usando o primeiro ano do seu segundo mandato para resolver tais problemas.

Desta maneira, ela poderá colher os frutos desta política de ajuste (que é meio amarga, mas é necessária) nos anos finais do seu governo.

Nestas circunstâncias, tornou-se inevitável adotar uma política de ajuste econômico à nova situação econômica e financeira global. Há um custo social e econômico nisso? Claro que sim. Mas se tal ajuste der certo, já a partir de 2016 o Brasil começará a se recuperar.

Taxa de desemprego, na média anual, atingiu o menor patamar da história em 2014, quando ficou em 4,8%. No último ano do governo FHC a taxa tinha ficado em 12,6%.

A desvalorização do Real trará os superávits comerciais de volta e reduzirá os gastos de turistas brasileiros nos exterior. Com isso, o déficit externo diminuirá. E o ajuste fiscal reduzirá o déficit público nominal.

Realizado e completado o ajuste econômico, o país estará novamente em condições de crescer, preservando e aprofundando as conquistas sociais dos últimos 12 anos.

E isso é o mais importante de tudo.

Links:

Salário Mínimo continuará com aumentos reais anuais até 2019:

http://www.vermelho.org.br/noticia/261120-1

OIT: número de desempregados no mundo aumentou em 61 milhões desde 2008:

Ajuste fiscal de Joaquim Levy e o impacto recessivo:

http://www.revistaforum.com.br/rodrigovianna/forca-da-grana/pedro-paulo-bastos-ajuste-fiscal-de-levy-levara-economia-da-estagnacao-para-recessao/

Desaceleração econômica da China:



http://www.suapesquisa.com/geografia/economia_da_china.htm

Brasil em 2014: 91,5% dos acordos salariais tiveram aumentos reais de salários:

http://www.vermelho.org.br/noticia/260861-2

ONU: Brasil é o país que mais reduziu a fome no mundo:



domingo, 15 de março de 2015

Manifestações direitistas de 15/03 pedem Intervenção Militar, Ditadura e Invasão do Brasil pelos EUA! E Nazistas participam! - por Marcos Doniseti!

Manifestações direitistas de 15/03 pedem Intervenção Militar, Ditadura e Invasão do Brasil pelos EUA! E Nazistas participam! - por Marcos Doniseti!

Faixas e Cartazes resumem o que foram as manifestações de 15/03/2015!


Protesto contra o governo Dilma no Rio de Janeiro. Enquanto uma faixa diz 'Intervenção Militar Constitucional' (o que é uma contradição, pois o papel constitucional das Forças Armadas não é o de derrubar um governo democrático, mas o de sustentá-lo) uma outra diz 'FFAA, libertem o Brasil ou o Mundo sangrará'. No canto direito da mesma faixa vemos a Suástica Nazista. Isso resume o que foram as manifestações de 15/03/2015: elas tem um caráter golpista, pregam a derrubada ilegal de um goverrno reeleito democraticamente e também defendem a implantação de uma Ditadura Militar no país. 

Ganha um ovo de Páscoa quem encontrar um cartaz ou faixa nas manifestações de hoje que seja a favor da Justiça Social, da Soberania Nacional, da Democracia, da Distribuição de Renda, da Reforma Política, da Reforma Agrária. 

Não tem nenhum. 

Agora, faixas e cartazes pedindo Intervenção Militar Já, a volta da Ditadura Militar, o fechamento do STF, a derrubada da Dilma, a invasão do Brasil pelos EUA e até com desenho da Suástica Nazista, ah, esses não faltam, não. Tem aos montes. 


Manifestantes golpistas e reacionários do dia 15/03 pedem a invasão do Brasil pelos EUA. E eles ainda escrevem a frase em inglês, que é para o Obama conseguir entender. Porém, hipocritamente, eles usam as cores do Brasil na faixa, o que é uma brutal contradição, pois as cores da bandeira dos EUA são azul, vermelho e branco.

Os manifestantes golpistas de hoje não são a favor de nada, absolutamente nada, que seja em benefício da população brasileira. Na verdade, se depender desses reacionários e golspitas, o que teremos no Brasil é o seguinte:



Manifestantes direitistas do dia 15/03 pedem intervenção das Forças Armadas e a volta da Ditadura Militar.

1) Invasão do Brasil pelos militares dos EUA;

2) Golpe de Estado para derrubar um governo democraticamente reeleito;

3) Intervenção Militar;

4) Ditadura Militar;

5) Fechamento do STF;

6) Participação de Nazistas no governo golpista e ditatorial que irão instalar.  

Será que é isso que o povo brasileiro deseja para si e para o Brasil? Duvido.


Além de querer derrubar um governo democraticamente reeleito, os manifestantes reacionários do dia 15/03 também querem fechar o STF. Assim, eles poderão cometer todo tipo de crime e de atrocidade e a Justiça não poderá fazer nada, tal como acontecia na época da Ditadura Militar. Como se percebe, eles pensam em tudo. 

sexta-feira, 13 de março de 2015

Especuladores mentem sobre a situação da economia brasileira e mundial! - Marcos Doniseti!

Especuladores mentem sobre a situação da economia brasileira e mundial! - Marcos Doniseti!

Dívida Pública Líquida era de 60,4% do PIB no final de 2002. No final de 2014 era de 36% do PIB, acumulando uma redução de 40,4%. 

Vejam o que essa tal de de 'Vérios Investimentos' publicou em sua página no Face: 

"Estão falando em crise internacional, mas os números indicam crescimento continuado. O mundo avança a taxas superiores a 3%, pelo menos desde 2011, apesar da contribuição negativa do Brasil para o resultado. Será que o objetivo é fazer fumaça sobre os equívocos nacionais e desinformar os já mal informados? Nossa economia passa pelo que classificam de estagflação. A inflação supera os 7,5% em 12 meses (a meta é 4,5%) e a expectativa é que o PIB retraia pelo menos 1% em 2015. Sinceramente é confuso. Mas quem se estuda um pouco mais, não pode simplesmente concordar com este discurso. Falar em crise internacional ou é má-fé, ou desinformação.".

Abaixo, publico a minha resposta para a mesma, que postei lá na página deles:
Mentira! A má-fé é praticada por vocês, especuladores que não gostam de ganhar dinheiro trabalhando.
Vamos aos fatos:
1) O Brasil foi a 3a. economia que mais cresceu no mundo entre 2008 e 2013, ficando atrás apenas da China e da Índia;
2) Não é à toa que o país fechou 2014 com a menor taxa de desemprego da sua história, com média anual de 4,8%, contra gigantescos 12,6% em 2002 (média anual);
3) Para efeito de comparação, na Itália o desemprego está em 12,9%, em Portugal está em 13,4%, na Espanha em 23,7% e na Grécia em 25%;
4) O Brasil também possui as maiores reservas internacionais líquidas da sua história, com US$ 371 bilhões, que são suficientes para pagar por 18 meses de importações (no governo FHC era suficiente para pagar apenas 4 meses de importações);
5) A dívida pública líquida despencou nos governos Lula e Dilma, caindo de 60,4% do PIB (2002) para 36% do PIB em 2014;
6) E o Brasil foi o 4o. país que mais recebeu investimentos produtivos no mundo em 2014, ficando atrás apenas da China, EUA e Cingapura;
7) No primeiro mandato de Dilma o país recebeu US$ 258 bilhões em investimentos externos produtivos;

Quando Fernando Collor assumiu a Presidência da República o Brasil tinha uma inflação de 82,39% ao mês. Agora, temos uma inflação de 6,4% ao ano (índice de 2014) e a taxa média anual do período 2004-2014 foi de 6% ao ano. 

8) A valorização do Dólar é um fenômeno global. O Euro, por exemplo, está com a sua menor cotação em relação ao Dólar dos últimos 12 anos.
Em relação ao Peso Mexicano, o dólar possui, atualmente, a sua maior cotação desde 1992;
9) O Brasil tinha a 15a. maior economia do mundo em 2002. Hoje ele tem a 7a. maior economia mundial;
10) A crise de 2008 derrubou as maiores economias do mundo. A União Europeia e o Japão ainda estão em recessão. E economias importantes entraram em recessão recentemente devido à queda do preço das commodities, como são o caso da Rússia e da Venezuela;
11) Entre as maiores economias mundiais, o Brasil foi o menos afetado pela crise, tanto isso é verdade que somente em 2014 ela atingiu o país com força, enquanto nos outros países a crise começou em 2008 e ainda está longe de acabar;
12) A inflação está dentro das metas (que vão de 2,5% a 6,5% ao ano) desde 2004 e nos últimos 10 anos ela ficou em 6% ao ano (média anual);
13) A China crescia quase 12% ao ano no primeiro trimestre de 2010. E no acumulado daquele ano o crescimento dela atingiu os 10,3%. Agora, a sua economia está crescendo em torno de 7% ao ano, representando uma queda de mais de 41% no seu ritmo de crescimento;
14) Somente entre Fevereiro de 2011 e Fevereiro de 2015, o preço da tonelada do minério de ferro despencou cerca de 66,6% no mercado internacional (era de US$ 187,18 em Fevereiro de 2011 e fechou em apenas US$ 62,69 em Fevereiro de 2015) . A soja também desabou. E isso prejudicou as exportações brasileiras. Os preços dos produtos de exportação no mercado internacional não são responsabilidade do governo Dilma, mas da profunda recessão que se abateu sobre a economia mundial a partir de 2008, quando tivemos o estouro da bolha subprime, a falência do Lehman Brothers (para o qual as agências de classificação de risco davam nota máxima no dia em que ele quebrou) e da quebradeira no mercado de derivativos e de fundos de hedge, em especial;


Taxa de desemprego brasileira foi a menor da história em 2014, fechando em 4,8% (média anual). Mas segundo os especuladores financeiros o país enfrenta uma 'crise terrível'. Acredite, se quiser...
15) A atual crise econômica mundial gerou o corte de 61 milhões de empregos em todo o mundo. No Brasil, no mesmo período, foram criados mais de 11 milhões de empregos com carteira assinada;
16) A crise mundial somente não atingiu o Brasil com mais força anteriormente porque os governos Lula e Dilma adotaram medidas anti-cíclicas keynesianas (vocês nem devem saber o que é isso...), como a redução dos juros (comparem as taxas de juros da CEF e do BB com as dos bancos privados), de impostos (exemplo: para linha branca e automóveis), aumentos de salários (salário mínimo subiu 75% acima da inflação entre 2003-2015), elevação dos investimentos públicos (via PAC, pré-sal, Minha Casa Minha Vida), entre outras. Procurem se informar melhor e parem de mentir para os leitores.

Links:

20 de 21 moedas de economias relevantes perderam valor em relação ao Dólar no começo de 2015:


Valor da tonelada de minério de ferro desabou 66,5% entre Fevereiro de 2011 e Fevereiro de 2015:


PIB da China cresceu 10,3% em 2010: 


Em 2014, China tem o menor crescimento econômico em 24 anos:


Mundo perdeu 61 milhões de empregos desde início da crise global de 2008:


Agências de classificação de risco davam nota máxima para o Lehman Brothers no dia em que ele quebrou, em 15/09/2008:


Taxa de Desemprego em 20 das maiores economias mundiais:


domingo, 8 de março de 2015

Um Golpe de Estado em andamento no Brasil! - por Marcos Doniseti!

Um Golpe de Estado em andamento no Brasil! - por Marcos Doniseti!

A Direita Reacionária e Golpista tupiniquim sempre usou o discurso anti-corrupção (contra Vargas, JK, Jango e, agora, Lula e Dilma) mas os maiores escândalos da história brasileira se deram quando o país foi governado pelas mesmas Direitas. Deve ter sido 'mera coincidência'... 

Porque não se aprova uma verdadeira Reforma Política no Brasil, com a adoção do financiamento público e colocando-se um fim ao financiamento privado das campanhas eleitorais, promovendo-se o fortalecimento dos partidos políticos, aprovando-se o fim das coligações para as eleições legislativas e criando-se a cláusula de barreira para poder ter representantes no Poder Legislativo? 

Isso não acontece porque temos um movimento golpista em andamento em nosso país.

E para que o Golpe de Estado venha a ser vitorioso é necessário, antes de mais nada, desmoralizar as instituições Democráticas, principalmente o Parlamento e os Partidos Políticos. 

Sem que isso aconteça, não há golpe possível de ser levado adiante. 

Logo, não se aprova o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais, o que seria fundamental para moralizar a prática política no Brasil, justamente para que a ideia de uma Democracia Representativa seja totalmente desmoralizada em nosso país, para que a população possa dizer que 'todos os políticos são iguais e que nenhum deles presta'.

Portanto, os golpistas apostam, claramente, no 'quanto pior, melhor'.

E para isso aconteça é necessário ir criando, gradualmente, as condições necessárias para que, na eventualidade de um Golpe de Estado ser deflagrado, a população assista passivamente, 'bestializada', à vitória do mesmo, sem oferecer qualquer resistência ao mesmo.

O golpe contra Jango, por exemplo, aconteceu em 1964, mas começou a ser planejado e executado em 1961, logo após a sua posse na Presidência da República. 

Foram necessários três anos de preparação, criando-se as condições minimanente satisfatórias para que o Golpe de 01 de Abril de 1964 fosse vitorioso. 


Vargas, JK, Jango, Lula e Dilma: Todos estes govenantes promoveram o fortalecimento do papel do Estado na economia e na área social e reforçaram a soberania nacional. E justamente são eles, na história do país, os que mais sofreram ataques da Grande Mídia e da Oposição reacionária, elitista e golpista. 

Durante esse período as Direitas golpistas apelaram para vários recursos que, agora, mais de 50 anos depois de derrubar o governo Jango, voltaram a utilizar, tais como:

1) O discurso anti-comunista, mesmo sabendo que Jango nunca tinha sido comunista na vida e que Lula e Dilma também não o são; 

2) O discurso anti-corrupção, hipócrita e oportunista, como sempre, já que não faltam envolvidos em irregularidades com o dinheiro público entre os golpistas e reacionários de plantão (a Privataria Tucana que o diga...); 

3) Os ataques à atuação do Estado na economia, dizendo que o mesmo é 'obsoleto, ineficiente e corrupto'.

Obs: Entre 1961-1964 as mesmas Direitas Golpistas também trataram de se preparar para travar uma guerra civil, quando o golpe estourasse, pois elas estavam convencidas de que Jango e as Esquerdas iriam resistir ao mesmo e com armas na mão. 

E daí o plano golpista previa que os EUA iriam intervir militarmente no Brasil (em favor dos golpistas, é claro) e instalariam um governo paralelo com sede em Minas Gerais (comandado por Magalhães Pinto) e que teria o imediato reconhecimento oficial do governo ianque. 

Até mesmo navios dos EUA foram enviados ao Brasil tão logo o movimento golpista teve início, em 31/03/1964. Esta foi a 'Operação Brother Sam', pela qual os EUA chegaram a enviar navios para trazer, principalmente, combustíveis ao movimento golpista brasileiro, já que o governo Jango controlava a Petrobras. 

A participação ativa dos EUA no Golpe para derrubar Jango foi uma das principais razões que levou o então presidente brasileiro a optar pela não resistência ao Golpe, pois o mesmo estava convencido de que a guerra civil iria matar milhares de pessoas e que o país correria o sério risco de se dividir, tal como aconteceu no Vietnã (onde surgiram e existiram dois Vietnãs enquanto a guerra perdurou).


Uma das maiores campanhas populares da história do Brasil - O Petróleo é Nosso - levou à criação da Petrobras e do monopólio estatal do petróleo, contribuindo para o desenvolvimento econômico, industrial, científico, tecnológico e social do país. E o Regime de Partilha, que estatizou 75% da renda liquida do pré-sal e determina que somente a Petrobras pode extrair o mesmo, agora desempenha o mesmo papel. E é justamente por isso que a oposição elitista, reacionária, golpista e entreguista promove uma gigantesca campanha contra a Petrobras e defende o fim do Regime de Partilha, com o objetivo de privatizar a empresa e entregar o pré-sal para as petrolíferas estrangeiras, como a Exxon e a Chevron, por exemplo. 

E nestas circunstâncias, o governo Jango (o mesmo que foi eleito Vice-Presidente da República democraticamente) seria considerado como sendo um 'governo usurpador'. Se necessário, os EUA e os golpistas tupiniquins financiados pelos ianques estavam dispostos, até, a vietnamizar o país, com o governo imperialista dos EUA apoiando o governo golpista a fim de derrotar a Resistência, tal como apoiavam o governo fantoche do Vietnã do Sul para que o mesmo derrotasse os vietcongs e o governo de Ho Chi Minh no Vietnã do Norte. 

Atualmente, o Golpe, no Brasil, já está em andamento, sendo planejado e executado de forma gradual, tal como ocorreu entre 1961-1964. 

No cenário político brasileiro atual, além de se promover a desmoralização das instituições da Democracia Representativa (principalmente do Parlamento e dos Partidos Políticos) e de se inviabilizar uma Reforma Política verdadeira, temos o desenvolvimento, também, de uma agressiva campanha contra a Petrobras e contra as maiores construtoras do país em nome de um suposto 'combate à corrupção'. 

Obs: Tem que ser muito ingênuo para acreditar que a Grande Mídia e a oposição reacionária, entreguista e golpista tupiniquins desejam 'combater a corrupção'. 

Afinal, grande parte dos seus principais líderes já sofreram denúncias graves de corrupção quando governaram e aonde ainda governam. A compra de votos para se aprovar a reeleição em benefício de FHC, a 'Privataria Tucana', o 'Mensalão Tucano' de Minas Gerais e a 'Lista de Furnas' que o digam... Isso só para citar alguns casos, é claro. E a Grande Mídia brasileira foi uma das maiores beneficiárias da Ditadura Militar, que liquidou com veículos de comunicação que concorriam com a Globo, Veja, Folha e Estadão (exemplos: Correio da Manhã e Última Hora). 


Jornal 'O Globo' apoiando e festejando a posse de Castelo Branco. A 'Globo' nunca deixou de apoiar a Ditadura Militar, a mesma que sempre a beneficiou. E agora ela tenta inviabilizar e derrubar uma Presidenta reeleita democraticamente, com o voto de mais de 54,5 milhões de brasileiros. 'Globo' e Democracia: Nada a Ver!

Tal campanha contra a Petrobras e as construtoras nacionais visa enfraquecer o governo Dilma, tirando do mesmo dois elementos que são fundamentais para a execução das políticas anti-ciclícas keynesianas que os governos de Lula e da própria Dilma implantaram a partir, principalmente, do início da crise global de 2008. 

Sem a Petrobras e sem as construtoras, por exemplo, os governos Lula e Dilma jamais teriam como realizar as grandes obras de infra-estrutura e no pré-sal (usinas hidrelétricas, refinarias, construção naval, rodovias, aeroportos, plataformas e navios petrolíferos, etc) e que fazem parte do PAC. E sem o PAC e sem a Petrobras não há política social-desenvolvimentista e anti-ciclíca keynesiana que possa ser implantada no país.

Com isso, a atuação do Estado Brasileiro em favor dos mais pobres e do desenvolvimento econômico do país, bem como o próprio governo Dilma, ficariam inviabilizados. Desta maneira, o país passaria por uma gravíssima crise econômica e social, com grande aumento do desemprego e da pobreza no país, o que derrubaria fortemente a popularidade da presidenta Dilma. E isso tornaria possível a vitória do Golpe de Estado que se promove atualmente contra Dilma e contra as suas políticas social-desenvolvimentistas.  

Assim, com o Golpe em pleno andamento, falta apenas criar as condições necessárias para que o mesmo seja vitorioso, tal como se fez entre 1961-1964. 

E uma destas condições é a desmoralização das instituições e da classe política como um todo, o que já está em um processo bastante adiantado e acelerado. O noticiário político da Grande Mídia reacionária e golpista trata, apenas, de questões envolvendo corrupção. Falar sobre os grandes problemas nacionais e debater a respeito de possíveis soluções para os mesmos, que é bom, nada. 

Outra condição para que o movimento golpisa seja vitorioso é a criminalização e a destruição do PT e dos movimentos sociais de origem popular (sem-terra, sem-teto, LGBT, etc). Sem a existência de tais movimentos políticos e sociais, ficará muito fácil para que o Golpe de Estado direitista, entreguista e reacionário seja vitorioso, já que a resistência ao mesmo seria muito reduzida ou quase inexistente.

Assim, o povo brasileiro assistiria 'bestializado' a vitória de mais um movimento golpista em nosso país. 


Comício das Diretas-Já em São Paulo, em 25/01/1984, que a 'Rede Globo' divulgou como se fosse uma mera festa pelo aniversário da capital paulista. Esta é a Grande Mídia brasileira, sempre enganando e manipulando o povo brasileiro. 

E como parte dessa campanha anti-nacional e anti-popular, ataca-se, também, a intervenção do Estado na economia (que se dá via PAC, por exemplo), bem como aos programas de inclusão social e de distribuição de renda (ProUni, Minha Casa Minha Vida, Pronaf, Bolsa Família, aumento real anual para o salário mínimo, etc), que são viáveis apenas devido à ação estatal, caracterizando os mesmos como sendo 'irresponsáveis e populistas'. 

Obs: Já quanto ao Proer, no qual o governo FHC injetou o equivalente a 2,5% do PIB (cerca de R$ 125 bilhões atualmente) e que salvou instituições financeiras privadas falidas, e sem exigir nada em troca, não se fala coisa alguma, é claro. E que o governo FHC vendeu a parte boa do Bamerindus para o HSBC por apenas R$ 1, fala-se menos ainda. Assim, para as elites golpistas e reacionárias, a ação estatal é válida apenas quando se trata de preservar e defender os seus interesses e privilégios. Usar recursos públicos para beneficiar os mais pobres, para que eles possam comprar a casa própria, colocar os filhos na faculdade, viajar de avião, ter acesso aos bens de consumo duráveis e se alimentar bem? Ah, isso não pode, não.


O governo Jango sancionou a lei que criou o 13o. Salário no Brasil, em 1963. Mas o jornal 'O Globo' fez campanha contra o mesmo, dizendo que ele seria desastroso para o país. Esta é a 'Globo', sempre atuando contra os interesses do país e do seu povo. 

Logo, a política defendida pela Grande Mídia e pela oposição reacionária, entreguista e golpista têm como metas inviabilizar e destruir a Petrobras e as grandes construtoras nacionais, que são dois dos poucos setores da economia nos quais predomina o capital nacional (estatal na Petrobras e semi-estatal nas construtoras, já que o governo brasileiro é o maior cliente das mesmas) e que são essenciais para se promover o desenvolvimento econômico e social do país. 

Desta maneira, será possível promover a paralisação dos grandes investimentos públicos que se realizam atualmente na área da infra-estrutura. Ou alguém imagina que será possível construir, ampliar e modernizar usinas hidrelétricas, refinarias, rodovias, ferrovias e aeroportos sem o PAC, sem a Petrobras e sem as construtoras nacionais? 

E sem a Petrobras e sem o controle do petróleo do pré-sal pelo Estado Brasileiro também será impossível aumentar os investimentos na educação e na saúde que serão financiados pelos recursos originários do pré-sal (royalties). Além disso, o Regime de Partilha reserva 75% da renda liquida do pré-sal para o Estado Brasileiro. 

E o mesmo também prevê que tais recursos, que serão da ordem de trilhões de Reais ao longo dos próximos 30 anos, serão destinados a setores como educação, saúde, ciência e tecnologia, meio ambiente e cultura. 


Em Dezembro de 2014, a Petrobras superou a marca de 700 mil barris diários produzidos no pré-sal. E a Grande Mídia dizia que jamais seria produzido coisa alguma...

E os governos Lula e Dilma também adotaram a política de Conteúdo Nacional, que determina que 65% das peças e componentes usados na construção das plataformas e dos navios petroleiros sejam fabricados no país. E com o forte aumento dos investimentos para viabilizar a expansão do pré-sal (da qual já se extrai mais de 700 mil barris diários e isso apenas pouco mais de sete anos após a sua descoberta) tal política viabilizará o desenvolvimento industrial de uma série de setores. Exemplo disso é a indústria de construção naval, que teve um crescimento expressivo nos governos Lula e Dilma, passando de 3 mil funcionários em 2002 para 81 mil funciuonários atualmente. 

Com isso, sem a Petrobras e sem as grandes construtoras, o projeto social-desenvolvimentista implantado por Lula e Dilma estará definitivamente destruído e derrotado e o país mergulhará numa grave crise econômica e social, com consequências mais do que previsíveis: aumento do desemprego, arrocho salarial, aumento da pobreza. Desta maneira, seria possível jogar a população contra o governo Dilma, criando-se as condições necessárias para aprovar o Impeachment da atual governante brasileira. 

E é claro que depois de tudo isso ficará muito fácil, aos eternos entreguistas tupiniquins, entregar o pré-sal para as petroleiras estrangeiras, tal como os principais lideres do PSDB (FHC, Serra, Aécio) e a Grande Mídia já defendem de forma pública e explícita. 

Assim, a política neoliberal e direitista é, resumidamente: Para os EUA, para o capital especulativo global e para a elite reacionária tupiniquim, tudo. Para a classe média intermediária e baixa, para os pobres e para os miseráveis, nada. 


Livro do historiador brasileiro Luiz Alberto Moniz Bandeira mostra como o governo Jango foi sabotado e inviabilizado pela ação golpista dos EUA e das Direitas reacionárias, entreguistas e golpistas, as mesmas que apoiaram o Golpe de 1964 e que sustentaram uma Ditadura Civil-Militar de 21 anos de duração. 

E para conseguir atingir tais objetivos, vale tudo, até mesmo promover um Golpe de Estado contra um governo recentemente reeleito. 

É esse o país que desejamos construir?

Não Passarão!


Links:

Produção do pré-sal ultrapassa os 700 mil barris diários em Dezembro de 2014:

http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/registramos-recorde-de-producao-diaria-e-superamos-patamar-de-700-mil-barris-dia-operados-no-pre-sal.htm

A Rede Globo e o comício das Diretas-Já em 1984 em SP:

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Politica/Os-30-anos-do-comicio-que-a-Globo-transformou-em-festa-/4/30084

Serra prometeu entregar o petróleo do Pré-Sal para a Chevron:

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/93008/Serra-prometeu-%C3%A0-Chevron-mudar-regras-do-pr%C3%A9-sal.htm

Escândalo do Banestado: US$ 24 bilhões foram enviados para fora do país de maneira ilegal:

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,stj-condena-15-por-fraude-no-caso-banestado,776041

Aviso ao povo brasileiro! - Quem não defende aquilo que conquistou, acaba ficando sem nada! - por Marcos Doniseti!

Aviso ao povo brasileiro! - Quem não defende aquilo que conquistou, acaba ficando sem nada! - por Marcos Doniseti!


A luta política intensa desgasta, mesmo.
Mas o pior não é nem isso.

O mais difícil é perceber que a imensa maioria das pessoas parece que não está nem aí com o que está acontecendo, pois não se dão conta do que está em jogo, do risco que elas estão correndo de perder o que foi conquistado a partir do governo Lula.
Afinal, questiono: Quando foi que tivemos uma taxa de desemprego de 4,3% e que o salário mínimo subiu acima da inflação anualmente?
Quando, em nossa história, tivemos uma taxa de inflação de 6% ao ano, em média, durante 11 anos consecutivos?
Quando é que a grande massa de assalariados e dos mais pobres puderam comer, ter acesso ao crédito, viajar de avião, comprar carro zero km e adquirir casa própria?
Quando foi que o Brasil se tornou tão respeitado internacionalmente, sendo a grande liderança da América Latina, e da América do Sul em especial, e que tivemos um pré-sal que poderá financiar os investimentos necessários a fim de podermos construir uma Nação soberana, moderna, justa e democrática?

Nos tempos do governo FHC, o Brasil tinha o segundo maior número de desempregados do mundo (11 milhões). Hoje, o Brasil tem uma das menores taxas de desemprego do mundo, que encerrou 2014 em apenas 4,3%. 

Quando foi que grandes esquemas de corrupção, existentes há décadas, foram investigados e desmantelados, como acontece atualmente?
Antes dos governos Lula e Dilma, isso nunca aconteceu.
Essas conquistas (e citei apenas algumas) são de grande importância, mas uma grande parte da população brasileira não se dá conta disso e não valoriza as mesmas.
Aviso ao povo brasileiro: Quem não defende aquilo que conquistou, acaba ficando sem nada.

Como seria um governo de Direita, entreguista e neoliberal, no Brasil? - por Marcos Doniseti!

Como seria um governo de Direita, entreguista e neoliberal, no Brasil? - por Marcos Doniseti!

Durante o governo FHC, a dívida pública líquida mais do que dobrou, passando de 30% do PIB (1994) para 60,4% do PIB no final de 2002 (crescimento de 101k3%). Durante os governos Lula e Dilma, a mesma foi reduzida de 60,4% do PIB para 36% do PIB, acumulando uma redução de 40,4% em 12 anos. 

Como seria um eventual governo de Direita nesse país, com a Grande Mídia e as forças mais reacionárias e trogloditas controlando, novamente, a Presidência da República? 

Seria muito parecido com isso aqui:

1) Fim do Regime de Partilha do pré-sal;


2) Privatização da Petrobras, BB, CEF, BNDES;


3) Fim dos programas de inclusão social e de distribuição de renda (ProUni, Minha Casa Minha Vida, etc);


4) Aumento brutal da taxa de juros, para uns 45% ao ano;


5) Fim da política externa soberana e alinhamento automático do Brasil ao Império Ianque, esvaziando-se a Unasul , a Celac e o Mercosul;


6) Saída do Brasil do grupo dos BRICS;


7) Brutal repressão ao PT e aos movimentos sociais, que seriam inteiramente criminalizados;


8) Fortalecimento do PIG;


9) Censura, julgamento, condenação e prisão dos blogueiros progressistas;


10) Reforma Política regressiva, que inviabilizasse o retorno das forças progressistas ao governo do país (criminalizando os partidos de Esquerda e adotando o voto distrital, por exemplo).


Alguém quer arriscar a passar por tudo isso?


Links:

José Serra: Governo deveria se desfazer da Petrobras:

http://www.vermelho.org.br/noticia/259645-1

Em 2010, José Serra prometeu à Chevron que iria acabar com o Regime de Partilha do pré-sal:

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/93008/Serra-prometeu-%C3%A0-Chevron-mudar-regras-do-pr%C3%A9-sal.htm

Em 2010, José Serra prometeu à Chevron que iria acabar com o Regime de Partilha do pré-sal:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1312201002.htm

FHC defende o fim do Regime de Partilha do pré-sal:

http://www.brasil247.com/pt/247/poder/125874/FHC-pede-novo-rumo-um-choque-liberal-no-Pa%C3%ADs.htm?LoginUserId=2&AdminAccess=all&previewLang=9&preview=on&fb_action_ids=600735026646655&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

FHC quer promover um choque neoliberal no Brasil:

http://guerrilheirodoanoitecer.blogspot.com.br/2014/01/porque-o-programa-de-fhc-para-campanha.html

Aécio defende o fim do Regime de Partilha do pré-sal:

http://www.pt.org.br/aecio-defende-revisao-do-regime-de-partilha-do-pre-sal/